Você sabe o que é pegar transporte público e não ver garantido seu direito a um assento especial? E chegar em um hospital e não ter equipamentos para lhe atender, como por exemplo uma cadeira de rodas adequada? Ou não ser escolhida/o para uma vaga de emprego em função de seu corpo?

É de experiências como essas que partimos para pensar em políticas de enfrentamento à gordofobia.

Ser gorda/o não é doença, ser magro/a não é sinônimo de saúde. Tudo isso é fruto de um olhar estereotipado, com padrões de corpos que não são condizentes com a maioria da população brasileira: de acordo com o Ministério da Saúde, 56% das/os brasileiras/os são gordos.

Lutamos pela despatologização, pelo respeito e pela acessibilidade das pessoas gordas. Chega de negligenciar nossa existência! Chega de preconceito!

Conheça nossas propostas:

- Fiscalização para combater práticas de gordofobia no serviço público;

- Que o município tenha equipamentos públicos adequados na área de saúde para atendimento de pessoas gordas;

- Fiscalização das concessões de transporte público e dos direitos a população gorda de mobilidade,os transporte precisam estar preparados para recepcionar as pessoas gordas

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